A atleta xanxerense Ana Cecília Sirino conquistou mais um importante resultado para sua carreira ao vencer o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu na categoria Master 3, faixa marrom, peso pluma.
✅ CLIQUE AQUI E RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO NO WHATSAPP
A competição foi disputada no início do mês de maio e marcou o segundo título brasileiro da atleta na carreira. O primeiro havia sido conquistado em 2024, quando Ana Cecília ainda competia na faixa roxa.
Segundo a atleta, o novo título representa mais do que uma medalha.
“O jiu-jitsu me ensinou muito sobre respeito, disciplina, consistência e também a lidar com a pressão dentro e fora do tatame”, destacou.
Sequência de títulos marcou temporada histórica
Ana relembrou que 2024 foi um dos anos mais marcantes de sua trajetória esportiva. Após conquistar o Brasileiro na faixa roxa, ela também venceu o Campeonato Europeu e o Pan-Americano.
Agora, já na faixa marrom, a atleta projeta novos desafios e não descarta disputar o Mundial de Jiu-Jitsu, em setembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Ela já possui histórico de destaque na competição internacional. Em 2019, conquistou o vice-campeonato mundial na faixa branca.
“A competição é comigo mesma”, afirma atleta
Durante o relato, Ana Cecília ressaltou que sua principal motivação está na evolução pessoal e não na comparação com outros atletas.
“No jiu-jitsu, o que importa é você ser melhor do que ontem”, afirmou.
A atleta também destacou que cada treino e cada competição representam oportunidades de aprendizado, independentemente dos resultados conquistados.
“Mesmo ganhando o Brasileiro, voltei para a academia pensando no que ainda preciso melhorar”, comentou.
Atualmente, Ana Cecília treina na Leal Academia, em Chapecó, onde passou a atuar desde maio do ano passado.
Ana também fez questão de destacar o desempenho do professor Augusto Razan, que participou do Campeonato Brasileiro e conquistou medalha de bronze em uma categoria com 46 atletas.
Segundo ela, o Campeonato Brasileiro é considerado um dos torneios mais difíceis do mundo na modalidade, reunindo cerca de oito mil competidores nesta edição.
“A primeira questão da vida do atleta é ter coragem. Às vezes você não ganha, mas teve coragem de competir”, concluiu.
Quer mandar uma sugestão de pauta para a equipe de jornalismo do Canal Ideal? Descreva tudo e mande suas fotos e vídeos pelo WhatsApp, clicando AQUI.