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Esportes

Atleta de Xanxerê conquista bicampeonato brasileiro de jiu-jitsu

Ana Cecília Sirino voltou ao topo do pódio no Campeonato Brasileiro e já projeta disputa do Mundial em Las Vegas

Por: Alessandra de Oliveira
09/05/2026 08h32 - Atualizado há 16 horas
Atleta de Xanxerê conquista bicampeonato brasileiro de jiu-jitsu

A atleta xanxerense Ana Cecília Sirino conquistou mais um importante resultado para sua carreira ao vencer o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu na categoria Master 3, faixa marrom, peso pluma.

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A competição foi disputada no início do mês de maio e marcou o segundo título brasileiro da atleta na carreira. O primeiro havia sido conquistado em 2024, quando Ana Cecília ainda competia na faixa roxa.

Segundo a atleta, o novo título representa mais do que uma medalha.

“O jiu-jitsu me ensinou muito sobre respeito, disciplina, consistência e também a lidar com a pressão dentro e fora do tatame”, destacou.

Sequência de títulos marcou temporada histórica

Ana relembrou que 2024 foi um dos anos mais marcantes de sua trajetória esportiva. Após conquistar o Brasileiro na faixa roxa, ela também venceu o Campeonato Europeu e o Pan-Americano.

Agora, já na faixa marrom, a atleta projeta novos desafios e não descarta disputar o Mundial de Jiu-Jitsu, em setembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Ela já possui histórico de destaque na competição internacional. Em 2019, conquistou o vice-campeonato mundial na faixa branca.

“A competição é comigo mesma”, afirma atleta

Durante o relato, Ana Cecília ressaltou que sua principal motivação está na evolução pessoal e não na comparação com outros atletas.

“No jiu-jitsu, o que importa é você ser melhor do que ontem”, afirmou.

A atleta também destacou que cada treino e cada competição representam oportunidades de aprendizado, independentemente dos resultados conquistados.

“Mesmo ganhando o Brasileiro, voltei para a academia pensando no que ainda preciso melhorar”, comentou.

Atualmente, Ana Cecília treina na Leal Academia, em Chapecó, onde passou a atuar desde maio do ano passado.

Ana também fez questão de destacar o desempenho do professor Augusto Razan, que participou do Campeonato Brasileiro e conquistou medalha de bronze em uma categoria com 46 atletas.

Segundo ela, o Campeonato Brasileiro é considerado um dos torneios mais difíceis do mundo na modalidade, reunindo cerca de oito mil competidores nesta edição.

“A primeira questão da vida do atleta é ter coragem. Às vezes você não ganha, mas teve coragem de competir”, concluiu.

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