Digite no mínimo 3 caracteres!
Justiça

Bebê com grave problema respiratório terá exame custeado no Oeste de SC; entenda

A ação foi feita pela Defensoria Pública em São Miguel do Oeste

Por: Daiane
29/06/2026 10h29 - Atualizado há 2 dias
A bebê já precisou ser internada duas vezes por insuficiência respiratória (Foto: IA)
A bebê já precisou ser internada duas vezes por insuficiência respiratória (Foto: IA)

Uma bebê de 10 meses, que enfrenta graves problemas respiratórios e já precisou ser internada duas vezes por insuficiência respiratória, conseguiu na Justiça o direito de realizar um exame considerado essencial para definir o tratamento da doença

✅ CLIQUE AQUI E RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO NO WHATSAPP

A decisão atendeu a um pedido da DPE-SC (Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina) e determinou que o procedimento seja realizado em até 15 dias.

Quadro exige investigação urgente

A criança é diagnosticada com asma e laringomalácia congênita, condição que compromete as vias respiratórias e pode provocar dificuldade para respirar.

Conforme os documentos apresentados no processo, ela apresentava episódios frequentes de falta de ar, chiado no peito e dificuldades respiratórias, inclusive fora dos períodos de crise, além de duas internações recentes por insuficiência respiratória.

Diante do quadro clínico, os médicos indicaram a realização urgente de uma videolaringoscopia, exame considerado indispensável para definir o tratamento e evitar o agravamento da doença.

Exame não estava disponível na região

Embora o procedimento seja oferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde), o Estado informou que não havia prestador disponível para realizar o exame na região.

A situação foi considerada pela Justiça como um caso de desassistência do poder público, diante da necessidade imediata do atendimento.

Justiça determina atendimento em até 15 dias

Ao analisar o caso, a Justiça reconheceu o risco de agravamento do quadro clínico e determinou que o exame seja realizado no prazo máximo de 15 dias.

A decisão prevê que, caso o procedimento não possa ser oferecido pela rede pública, o Estado deverá custear sua realização na rede privada.

Também foi autorizada a possibilidade de bloqueio de até R$ 5 mil em caso de descumprimento da ordem judicial, valor estimado para garantir a realização particular do exame.

Decisão busca evitar sequelas

Na decisão, o Judiciário destacou que a demora na realização da videolaringoscopia poderia comprometer o desenvolvimento da criança e aumentar os riscos decorrentes dos problemas respiratórios.

Com a medida, a expectativa é de que o exame permita definir o tratamento mais adequado e reduza as chances de novas complicações de saúde.

Quer mandar uma sugestão de pauta para a equipe de jornalismo do Canal Ideal? Descreva tudo e mande suas fotos e vídeos pelo WhatsApp, clicando AQUI.

Veja também

VÍDEO: grave acidente na BR-470 deixa cinco mortos em Campos Novos

Colisão frontal entre carro e carreta partiu veículo ao meio

Maior operação da história do Gaeco mira atuação do PCC em seis estados

Megaoperação do Ministério Público cumpre 320 ordens judiciais para desarticular facção criminosa dentro e fora dos presídios

Dois casos de violência doméstica mobilizam a Polícia Militar na noite de terça-feira (30) em Xanxerê

Homem descumpriu medida protetiva e outro foi preso após agredir companheira

Este site usa cookies para melhorar e personalizar sua experiência com nossos conteúdos e anúncios. Ao navegar pelo site, você autoriza o Canal Ideal a coletar tais informações e utilizá-las para estas finalidades. Em caso de dúvidas, acesse nossa Política de privacidade.