Angelo Miguel Marmentini, passou pela cirurgia no dia 21 de outubro, em um hospital em Florianópolis. O menino sofreu uma lesão no braço direito na hora do parto, o que afetou a mobilidade do braço e precisava realizar o procedimento o quanto antes.
Segundo a mãe do Miguel, Vanessa Guinzelli, em conversa com a equipe de jornalismo do Canal Ideal, ocorreu tudo bem durante a cirurgia, que demorou cerca de duas horas. O braço do menino foi engessado, na posição chamada de “estátua da liberdade”, para manter o nervo em descanso.
“Ele precisa ficar 21 dias com o gesso, pra depois entrar com os estímulos para que ele comece a movimentar o bracinho. Mas, deu tudo certo na cirurgia, graças a Deus. A recuperação está super tranquila, ele praticamente saiu da sala de cirurgia dando risada, nunca vi uma coisa igual”, destaca Vanessa.
No outro dia após a cirurgia, a família pode voltar para casa, em Bom Jesus. Mas, ocorreu um imprevisto. Quando o bebê ainda estava na sala de recuperação pós cirurgia, ele se mexeu e quebrou o gesso e a equipe do hospital precisou fazer um reforço no gesso. Dois dias depois da família ter voltado de Florianópolis, o menino conseguiu tirar o braço de dentro do gesso e eles precisaram retornar à capital catarinense para o médico fazer uma avaliação e refazer o gesso.
“Então na segunda, a gente voltou a Florianópolis e o médico avaliou e disse que estava tudo bem com a cirurgia e o gesso foi refeito. Mas, quando estávamos voltando, já passando por Xanxerê, ele tirou novamente o bracinho de dentro do gesso. Mas, no outro dia consegui contato com uma médica de Xanxerê que arrumou o gesso”, conta a mãe.
No dia 16 de novembro, o menino vai retirar o gesso e os pontos da cirurgia.
Campanha
Para realizar o procedimento, a família precisava de 28 mil reais e como eles não tinham condições de arcar com esse valor, eles vinham realizando uma campanha, já que a cirurgia precisava ser realizada o quanto antes.
A mãe de Miguel conta que através da vakinha online, uma rifa que foi realizada e com a ajuda de familiares, eles conseguiram arrecadar boa parte do valor necessário para a cirurgia.
“Com valor arrecadado conseguimos pagar o hospital, as despesas e uma parte do médico. No final, faltou ainda 5 mil reais para pagar o restante para o médico”, finaliza Vanessa.