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Agro

Doença de Newcastle: terceiro foco envolve 9,6 mil aves no Oeste de SC

Novo foco foi identificado em Nova Erechim e levou à ampliação do raio de vigilância sanitária em aproximadamente 9,5 quilômetros

Por: Ediani Outeiro
28/10/2026 13h59 - Atualizado há 5 horas
Foto: CIDASC
Foto: CIDASC

O terceiro foco da Doença de Newcastle no Oeste de Santa Catarina foi identificado em Nova Erechim e envolve 9,6 mil aves, que não apresentavam sintomas. Com o novo registro, o raio de vigilância sanitária foi ampliado em aproximadamente 9,5 quilômetros, e as equipes intensificaram as ações de monitoramento e controle na região.

Novo foco amplia área de monitoramento

A identificação ocorreu durante ações de vigilância intensificada na área de emergência sanitária estabelecida na região. Segundo o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), o Serviço Veterinário Oficial iniciou os procedimentos previstos para esse tipo de ocorrência, incluindo investigação epidemiológica, vigilância e contenção da doença.

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A força-tarefa mantém quatro barreiras sanitárias ativas, com fiscalização e desinfecção de veículos. Entre os dias 20 e 26 de outubro, foram vistoriadas 133 propriedades comerciais e 551 propriedades de subsistência.

Situação nos outros municípios

Em Nova Itaberaba, onde o primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, todas as medidas sanitárias foram concluídas, e a propriedade está em vazio sanitário.

Já em Coronel Freitas, onde o segundo foco foi confirmado em 24 de outubro, o despovoamento sanitário dos perus e o enterro das aves foram concluídos. Os procedimentos de limpeza e desinfecção continuam em andamento.

Consumo de produtos inspecionados permanece seguro

O Mapa informa que o consumo de produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro, sem contraindicações.

As ações são coordenadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e pela Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), por meio do Centro de Operações de Emergência Zoosanitária, com participação de órgãos estaduais e federais, equipes municipais, Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e representantes do setor produtivo.

A Cidasc orienta os produtores a manterem as medidas de biosseguridade nas propriedades e a comunicarem imediatamente qualquer suspeita de doença em aves ao escritório local da companhia ou pelo sistema e-Sisbravet. 

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