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Itamaraty convoca reunião de emergência após invasão dos EUA à Venezuela; Lula condena uso da força

De acordo com informações preliminares, os Estados Unidos bombardearam diversos alvos em Caracas

Por: Canal Ideal
03/01/2026 11h44 - Atualizado há 2 dias
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O governo brasileiro realizou, na manhã deste sábado (03), uma reunião de emergência no Palácio do Itamaraty, em Brasília, para discutir a invasão dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrida durante a madrugada. A informação foi confirmada pela Agência Brasil. Segundo o presidente norte-americano, Donald Trump, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado e retirado do país, embora o paradeiro dele ainda seja oficialmente desconhecido.

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O encontro começou por volta das 10h30 e contou com a presença do ministro da Defesa, José Múcio, da ministra substituta das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, além da secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, e outros diplomatas brasileiros.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da reunião por videoconferência, já que está no Rio de Janeiro, mas deve retornar ainda hoje a Brasília para acompanhar de perto os desdobramentos da crise. O chanceler Mauro Vieira, que estava de férias, também retorna à capital federal neste sábado.

De acordo com informações preliminares, os Estados Unidos bombardearam diversos alvos em Caracas, além de localidades nos estados venezuelanos de Aragua, Miranda e La Guaira. Até o momento, não há confirmação oficial sobre onde estariam Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu provas de vida de Maduro e de sua esposa, aumentando a tensão diplomática na região.

Nas redes sociais, o presidente Lula se manifestou de forma contundente, condenando a ação militar norte-americana. Segundo ele, o ataque “lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe” e representa uma ameaça à manutenção da região como zona de paz.

Lula também afirmou que a comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), precisa reagir de forma firme ao episódio. O presidente destacou ainda que o Brasil condena o uso da força e se coloca à disposição para atuar na mediação por meio do diálogo e da cooperação internacional. As informações são da Agência Brasil.

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