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Comunidade

Morador de Lages descobre que pagava energia de ponto turístico e será indenizado em mais de R$ 11 mil

Conta de luz disparou e revelou ligação irregular usada para iluminar cruz e capela no Morro da Cruz

Por: Rodrigo de Oliveira
23/04/2026 15h16 - Atualizado há 23 horas
Morador de Lages descobre que pagava energia de ponto turístico e será indenizado em mais de R$ 11 mil

Um morador de Lages, na Serra catarinense, vai receber mais de R$ 11 mil após descobrir que a energia elétrica da própria casa estava sendo usada para iluminar um ponto turístico da cidade.

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O caso envolve Morro da Cruz, local conhecido por receber visitantes de diversas regiões.

Conta de luz subiu mais de 400%

Marcos Roni de Oliveira, proprietário de uma chácara na região, relatou que mora no local desde os anos 80 e costuma ter consumo baixo de energia.

Segundo ele, a conta mensal girava em torno de R$ 120, mas começou a subir até chegar a R$ 615, aumento superior a 400%.

O morador afirmou que vive sozinho e possui poucos eletrodomésticos.

Descoberta do problema

Inicialmente, Marcos acreditou que havia defeito em algum equipamento da residência.

Depois de nova cobrança elevada, contratou um eletricista, que identificou a ligação indevida.

Conforme relato, ao desligar o relógio da casa durante a noite, toda a iluminação da cruz e da capela no ponto turístico apagava.

Quando religava a energia, as luzes voltavam a acender.

Três meses de cobranças

A situação ocorreu no início de 2024 e gerou aproximadamente três meses de cobranças indevidas.

Decisão judicial

Segundo decisão divulgada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, a iluminação do monumento estava ligada irregularmente à rede particular do consumidor.

A sentença da Vara da Fazenda da comarca de Lages determinou:

  • Mais de R$ 10 mil por danos morais e materiais
  • R$ 1.409,72 referentes às contas pagas a mais e ao serviço do eletricista

Ainda cabe recurso.

O que disse a prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Lages informou que acompanha o caso e adotará medidas cabíveis para resguardar os interesses do município.

A administração também destacou que os fatos ocorreram em 2024, antes da atual gestão.

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