Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17). A morte do ex-atleta foi confirmada por meio de comunicado divulgado pela família.
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Segundo informações repassadas, Oscar passou mal em casa, em Santana de Parnaíba. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h, e ele foi encaminhado ao Hospital Municipal Santa Ana em parada cardiorrespiratória, já sem vida.
Em nota, a família destacou a trajetória de coragem do ex-jogador, que enfrentava há mais de 15 anos uma batalha contra um tumor cerebral.
“Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, informou o comunicado.
Conhecido como Mão Santa, Oscar é considerado um dos maiores cestinhas da história do esporte. Pela Seleção Brasileira de Basquete, disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
Entre os momentos mais marcantes da carreira está a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, quando liderou o Brasil na histórica vitória sobre os Estados Unidos em solo americano.
Ao longo da carreira, também defendeu clubes como Palmeiras, Sírio, Corinthians e Flamengo, além de longa passagem pelo basquete italiano.
Oscar encerrou a carreira profissional em 2003, aos 45 anos, com a marca de 49.737 pontos, consolidando-se como um dos maiores pontuadores da história do basquete.
Fora das quadras, também se destacou como palestrante e referência de superação. Ele deixa esposa, dois filhos e uma trajetória eternizada no esporte brasileiro.
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