O início de 2026 tem trazido preocupação ao Estado de Santa Catarina com o aumento nos casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Entre os dias 4 de janeiro e 2 de fevereiro, foram registrados 5.476 notificações, das quais 2.097 foram classificados como casos prováveis da doença, um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior.
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Segundo dados do boletim epidemiológico mais recente, 185 dos 295 municípios catarinenses estão infestados pelo mosquito transmissor, com 5.702 focos identificados em 218 cidades, reforçando o alerta das autoridades de saúde para a proliferação do vetor.
Embora ainda não haja registro de óbitos confirmados neste início de ano, três mortes estão sob investigação pelas equipes de vigilância, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES).
O cenário atual reforça o comportamento típico da dengue em períodos de calor e chuva: o aumento de temperatura e os pesados volumes pluviométricos criam condições ideais para a reprodução do Aedes aegypti, elevando o risco de transmissão da doença.
Como a população pode colaborar
As autoridades de saúde reforçam medidas preventivas simples, mas essenciais, para conter a disseminação da dengue, como:
Eliminar água parada em recipientes domésticos e jardins.
Manter caixas d’água e recipientes bem vedados.
Limpar calhas e ralos regularmente.
Usar repelente e instalar telas em portas e janelas.
A SES recomenda ainda que moradores verifiquem quintais e terrenos para eliminar possíveis criadouros do mosquito e participem de ações comunitárias de combate ao vetor.
O aumento dos casos no estado — mais de 121% em relação ao ano anterior, segundo outro relatório recente — mostra que a dengue segue sendo uma ameaça à saúde pública, exigindo conscientização e ações contínuas dos catarinenses.
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