O túmulo de Lázaro Barbosa, serial killer que, em 2021, matou uma família de quatro pessoas em Ceilândia (DF) e passou 20 dias sendo perseguido pela polícia até ser morto por policiais militares em Águas Lindas de Goiás, foi violado na noite da última terça-feira (14).
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A violação à sepultura foi descoberta por uma vendedora, Cristiane Aquino, na tarde de quarta-feira (15), quando foi ao Cemitério de Cocalzinho de Goiás juntamente à mãe para visitar o túmulo de um tio. Chegando lá, ela logo notou que havia algo de errado com o túmulo de Lázaro.
A vendedora divulgou o caso para membros da comunidade local e o coveiro do cemitério fez a denúncia à polícia. A perícia da Polícia Civil constatou que, de fato, o túmulo foi violado, mas que os restos mortais, incluindo a cabeça do cadáver, permaneciam intactos.
Segundo o delegado Rafhael Barboza, também não houve danos ao caixão, que foi retornado à cova, e apontou que o caso continua em investigação. “Vamos investigar, pois o crime da violação do túmulo foi consumado e era o crime mais grave", declarou.
A viúva de Lázaro, Ellen Vieira, foi interrogada pela Polícia Civil de Goiás nesta quarta-feira. Ela negou qualquer envolvimento com a violação do túmulo e se disponibilizou para colaborar com as investigações.
Cléber Junio Martins, delegado responsável pelo caso, explicou que a polícia ainda investiga o responsável pelo ato e a motivação do crime. A Polícia Civil não divulgou nomes de outros possíveis suspeitos. “Quando tivermos algo concreto, divulgaremos”, declarou o delegado.
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