A Uefa criticou duramente a decisão da Fifa de suspender a punição aplicada ao atacante norte-americano Folarin Balogun, expulso durante a Copa do Mundo de 2026. A entidade europeia afirmou que a medida coloca em risco a integridade do esporte e compromete a credibilidade da competição.
✅ CLIQUE AQUI E RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO NO WHATSAPP
A polêmica começou após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitar ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que o caso fosse reavaliado. Balogun havia recebido cartão vermelho após revisão do VAR, por atingir a parte de trás da perna do zagueiro Tarik Muharemovic, na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia pela fase de 16 avos de final.
Com a expulsão, o atacante cumpriria suspensão automática nas oitavas de final, contra a Bélgica. No entanto, a Fifa decidiu suspender a aplicação da punição por um período probatório de um ano, permitindo que o jogador atuasse normalmente, embora o cartão vermelho tenha sido mantido.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (6), a Uefa classificou a decisão como "sem precedentes, incompreensível e injustificável".
Segundo a entidade, quando as regras deixam de ser aplicadas de forma uniforme, a integridade da competição e a confiança no futebol ficam comprometidas.
A decisão também provocou reação da Federação Real Belga de Futebol (RBFA), que declarou estar "estarrecida" com a medida adotada pela Fifa.
Até o momento, a Fifa não se pronunciou oficialmente sobre as críticas. Enquanto isso, o episódio segue repercutindo no cenário esportivo internacional e levanta debates sobre a independência das decisões disciplinares durante a Copa do Mundo.
Quer mandar uma sugestão de pauta para a equipe de jornalismo do Canal Ideal? Descreva tudo e mande suas fotos e vídeos pelo WhatsApp, clicando AQUI.