Aos 93 anos, um morador de Xanxerê ainda mantém uma atividade que chama a atenção de quem o vê praticando: o tiro. Mesmo com a idade, ele conta que continua acertando os alvos e atribui a disposição à força de vontade.
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Antes de chegar ao município, ele trabalhou com ônibus, fazendo trajetos entre Joaçaba, Concórdia, Marcelino Ramos e outras cidades da região.
Depois, passou por Faxinal dos Guedes, trabalhou na Chevrolet, em Chapecó, e posteriormente na Ford, em Xanxerê.
Foi em 1962 que decidiu ficar de vez no município.
Anos mais tarde, montou a própria revenda de carros. Depois de perder dois filhos e ficar sozinho, decidiu deixar o comércio de veículos e abriu uma locadora de carros, atividade que manteve até cerca de um ano atrás.
Assista:
Longevidade
Mais do que falar sobre a pontaria, ele destaca a maneira como encara a vida.
“Minha cabeça não é de 90 anos. Minha cabeça é de 30, 40 anos”, disse.
Ele conta que não vive pensando na morte e prefere continuar fazendo aquilo que consegue e acredita que precisa fazer.
“Eu agradeço todo dia a Deus. Agradeço por ele estar vivo, porque eu estou vivo, eu faço o que preciso”, afirmou.
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