Mais de quatro décadas de dedicação à Igreja Católica fazem parte da história de Neiva Maria Fava, conhecida carinhosamente como Neivinha, em Xanxerê, no Oeste catarinense.
Funcionária pública há 32 anos, ela também transformou a música religiosa e o trabalho comunitário em uma missão que acompanha sua trajetória desde a juventude.
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A história de Neivinha começou antes mesmo de chegar a Xanxerê. Filha de Getúlio Fava e Lourdes Sonalio, ela nasceu em 1959, na comunidade de Manjolim, depois que a família, de origem gaúcha, passou por Sede Roseira.
Os pais trabalhavam na agricultura, enquanto o pai também atuava como ferreiro, profissão que, segundo Neivinha, praticamente desapareceu com o passar dos anos.
Na década de 1970, a família se mudou para Xanxerê. Foi na cidade que Neivinha iniciou os estudos e também passou a participar da catequese.
Foi nesse período que surgiu uma das principais marcas de sua trajetória: a paixão pela música religiosa e pela música sacra.
Música e fé ao longo de quatro décadas
Desde então, Neivinha passou a integrar equipes de liturgia e a participar de atividades ligadas à música nas celebrações da Igreja Católica.
Casamentos, batizados, formaturas e celebrações comunitárias fazem parte das experiências que marcaram essa caminhada.
Ao mesmo tempo, ela construiu uma carreira no serviço público. São 32 anos trabalhando na Prefeitura de Xanxerê, conciliados com décadas de participação e dedicação à comunidade religiosa.
Aos 67 anos, ela olha para essa caminhada como um legado de fé, serviço e convivência.
“Um legado de comunidade, de doação, de vida”, resumiu.
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