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Cotidiano

Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC

Investigação aponta depósitos suspeitos e movimentações financeiras atribuídas a integrantes da facção criminosa

Por: Rodrigo de Oliveira
21/05/2026 09h04 - Atualizado há um hora
Reprodução: Instagram
Reprodução: Instagram

A influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil de São Paulo contra um esquema de lavagem de dinheiro supostamente ligado ao Primeiro Comando da Capital, o PCC.

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Segundo as investigações, a prisão ocorreu após a análise de comprovantes de depósitos bancários, movimentações financeiras e conversas relacionadas a transferências de dinheiro envolvendo a influenciadora.

De acordo com o Ministério Público, três depósitos realizados no dia 5 de agosto de 2020 levantaram suspeitas. As transferências teriam sido feitas em sequência, nos valores de R$ 2 mil, R$ 3 mil e R$ 5 mil, diretamente para a conta da empresária.

As autoridades apontam que os depósitos foram realizados por Ciro César Lemos, investigado por atuar como operador financeiro e “laranja” da organização criminosa ligada ao PCC. Ele e a esposa, Elidiane Saldanha Lopes Lemos, já foram condenados por lavagem de dinheiro envolvendo uma transportadora de veículos que teria movimentado cerca de R$ 23,7 milhões para integrantes da facção.

Segundo a investigação, o casal utilizava a empresa para ocultar valores ligados ao crime organizado. Ciro foi condenado a 14 anos e 10 meses de prisão, enquanto Elidiane recebeu pena de 11 anos e três meses.

O Ministério Público também afirma ter identificado conversas sobre negociações envolvendo depósitos destinados à conta de Deolane Bezerra. Em uma das mensagens obtidas durante a investigação, um dos envolvidos pergunta qual valor seria enviado para a influenciadora “para fechar com o pessoal”.

Além disso, a apuração indica que a empresária também teria recebido pagamentos de Everton de Sousa, conhecido como “Gordão”, apontado como comparsa do irmão de Marcola, líder histórico do PCC.

Em depoimento judicial, Everton afirmou que pagava R$ 5 mil mensais pelo aluguel de um apartamento pertencente à influenciadora no bairro Tatuapé, na zona leste de São Paulo.

Até o momento, a defesa de Deolane Bezerra não se manifestou oficialmente sobre as acusações.

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