A Justiça de Santa Catarina decretou a prisão preventiva do homem investigado por atirar contra policiais durante a Operação Efeito Colateral, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em Camboriú.
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O investigado também se tornou réu em ação penal apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina e responderá pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado, resistência, posse e porte ilegal de armas de fogo e munições, além de impedir ou embaraçar investigação relacionada à atuação de organização criminosa armada.
O caso aconteceu na última terça-feira (5), durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão temporária da Operação Efeito Colateral.
Policial militar foi baleado durante cumprimento de mandados
Segundo o Ministério Público, o investigado reagiu com extrema violência à abordagem policial e efetuou diversos disparos contra os agentes de segurança pública.
Um policial militar acabou sendo atingido durante a ação.
Conforme a denúncia, mesmo após a identificação das equipes policiais, o homem utilizou uma pistola calibre .380 para atirar contra os agentes, assumindo o risco de provocar a morte do policial.
O crime só não foi consumado porque a vítima recebeu socorro rápido e atendimento hospitalar.
De acordo com as autoridades, o policial apresenta evolução clínica positiva e segue com quadro de saúde estável.
Operação investiga esquema de atestados médicos falsos
A Operação Efeito Colateral foi deflagrada pelo GAECO para investigar um esquema de fraude na emissão de atestados médicos falsos, utilizados para beneficiar detentos, especialmente lideranças criminosas, com pedidos de prisão domiciliar.
Ainda segundo o Ministério Público, o investigado teria tentado impedir a prisão e a apreensão de provas ao atacar os policiais.
Arsenal foi apreendido na residência
Durante as buscas na casa do suspeito, os policiais apreenderam uma pistola calibre .380, um revólver calibre .38, uma espingarda calibre .12, munições de diversos calibres
Segundo a denúncia, parte das munições era compatível com armamentos de uso restrito.
O acusado está preso no Presídio Regional de Itajaí e poderá ser submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.
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