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Polícia

Operação 311 já prendeu mais de 70 empresários por comércio ilegal de peças automotivas em SC

Polícia Civil realizou 48 fases da operação e fiscalizou mais de 130 estabelecimentos em cerca de 30 municípios catarinenses

Por: Rodrigo de Oliveira
19/05/2026 17h04 - Atualizado há um hora
Operação 311 já prendeu mais de 70 empresários por comércio ilegal de peças automotivas em SC

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV/DEIC), segue intensificando o combate ao mercado clandestino de peças automotivas no estado.

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Com a Operação 311, considerada uma das maiores ofensivas do setor em Santa Catarina, a instituição já concluiu 48 fases da ação, consolidando uma ampla operação de fiscalização e repressão ao comércio ilegal de autopeças.

Mais de 70 empresários foram presos

Desde o início da operação, em novembro de 2022, a Polícia Civil já fiscalizou mais de 130 estabelecimentos suspeitos em aproximadamente 30 municípios catarinenses.

As investigações resultaram na prisão de mais de 70 empresários, suspeitos de envolvimento direto com a receptação e venda de peças de origem criminosa.

Segundo a polícia, muitas dessas peças tinham origem em furtos e roubos de veículos registrados em outros estados.

Nome da operação faz referência ao Código Penal

O nome da operação faz referência ao artigo 311 do Código Penal Brasileiro, que trata do crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

De acordo com a coordenação da DFRV/DEIC, a atuação contínua busca impedir que Santa Catarina se torne um polo receptor de produtos ilícitos ligados ao setor automotivo.

“Conseguimos rastrear a origem criminosa dessas peças e cortar a cadeia comercial desse crime na raiz”, destacou a coordenação da especializada.

Ação também combate outros crimes

Além de proteger consumidores e comerciantes legalizados, a operação também atua no enfraquecimento financeiro de organizações criminosas.

Conforme a Polícia Civil, o dinheiro movimentado pelo comércio ilegal de peças pode alimentar outros crimes graves, como:

  • tráfico de drogas;
  • lavagem de dinheiro;
  • organizações criminosas;
  • receptação qualificada.

Forças de segurança atuam em conjunto

A Operação 311 conta com apoio técnico de diversos órgãos estaduais, entre eles:

  • Polícia Científica de Santa Catarina;
  • Detran/SC;
  • Polícia Militar de Santa Catarina;
  • Procon Estadual;
  • Fazenda Estadual.

Segundo a Polícia Civil, o objetivo é manter o comércio automotivo catarinense sob fiscalização rigorosa, garantindo segurança e legalidade para a população.

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