Lideranças empresariais de Xanxerê, no Oeste catarinense, deram mais um passo para fortalecer a representatividade do setor produtivo ao visitar, nesta quinta-feira (9), o CEC (Centro Empresarial de Chapecó).
O objetivo foi conhecer de perto o funcionamento da entidade e buscar informações para criar, em Xanxerê, uma instituição com modelo semelhante, voltada à integração das entidades empresariais e à defesa de pautas estratégicas para o desenvolvimento regional.
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Modelo que une entidades
Representantes da Associação Empresarial de Xanxerê participaram de uma reunião com dirigentes do CEC para conhecer a história da instituição, sua estrutura organizacional, objetivos e as principais ações desenvolvidas em favor do setor produtivo.
Participaram da visita o vice-presidente regional da Fecomércio SC (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina), Edson Marció, o diretor de Núcleos da Acix, Gilberto Luiz Querubin, além de Daniel Marció, Ederson Mores, Eduardo Modesti, Matheus Danilo Ribas e Udir Antônio Rech.
A comitiva foi recebida pelo presidente do CEC, Helon Antônio Rebelatto, pelo vice-presidente, Edson Piana, pelo presidente da Acic (Associação Comercial, Industrial, Agronegócios e Serviços de Chapecó), Carlos Roberto Klaus, e pelo diretor executivo do Sicom (Sindicato do Comércio da Região de Chapecó), Almeri Dedonatto.
Fortalecer o setor produtivo
Durante o encontro, Edson Marció destacou a importância de ampliar a integração entre as entidades empresariais de Xanxerê, buscando maior alinhamento nas ações e evitando a duplicidade de iniciativas.
Já Gilberto Luiz Querubin afirmou que a intenção é utilizar a experiência de Chapecó como referência para acelerar a criação da nova entidade.
Segundo ele, o encontro trouxe informações importantes para a construção do projeto e reforçou a viabilidade da iniciativa.
Atuação conjunta em pautas regionais
O presidente do Centro Empresarial de Chapecó, Helon Antônio Rebelatto, ressaltou que a união das entidades fortalece a defesa de demandas coletivas, especialmente em áreas como infraestrutura, desenvolvimento econômico e proposições apresentadas aos candidatos durante períodos eleitorais.
Para Rebelatto, o trabalho conjunto amplia a capacidade de diálogo com o poder público e contribui para que as reivindicações do setor produtivo tenham mais força e representatividade.
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